terça-feira, 31 de maio de 2011

ANIMAÇÃO VERDE

Em comemoração à semana do Meio Ambiente que está próxima...

segunda-feira, 30 de maio de 2011

ARTE EM CHEQUES













Essa eu recebi de um amigo então não sei de quem é. Mas a idéia é bem divertida.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

PET SHOP BOYS


Bom o que posso dizer do Pet Shop Boys? Na época, década de 80, essa banda inglesa era um escandalo com seus videoclipes ora espalhafatosos, ora provocantes. Isso, atrelado a uma novidade que era a música eletronica era o suficiente para assegurar o interesse dos aborrecentes da época. Por aqui, ironicamente, duas das músicas mais tocadas não foram compostas por eles. Essa Go West, fui descobrir bem depois, foi gravada pelo Village People. Visualmente, apesar de todas as cafonices e exageros para os padrões atuais, o videoclip tocava na ferida recém fechada da "Guerra Fria", sendo que o Pet Shop conseguiu gravar muitas cenas na praça vermelha de Moscou. Para quem não sabe, o fim do mundo para os adolescentes da década de 80 viria através de um botão vermelho que seria apertado ou nos EUA ou na União Soviética que varreria toda a humanidade da face da terra em uma nuvem radioativa. A outra da qual me lembro bem é uma regravação de uma música de Elvis Presley, Always Ow My Mind que foi exaustivamente repetida tanto nas rádios quanto na MTV brasileira.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

O QUE SIGNIFICA MAGENTA?


Para faz criações visuais é importante sempre saber qual vai ser o resultado final de sua obra. Se for tinta (terminar impresso) você precisará se preocupar com as cores de impressão, abreviadas para CMYK (Cyan, Magenta, Yellow, Key), ou seja, azul, vermelho, amarelo e preto. O branco, toda impressora deduz, está no papel. Se a imagem for se transformar em luz (for exibida em vídeo, televisão, monitores, etc), ela será em RGB (Red, Green, Blue), as radiações primárias de luz. Toda vez que começamos a estudar sobre os modos de cor CMYK e RGB a palavra Magenta surge e todo mundo estranha. Afinal, na escola todo mundo aprende que as cores primárias são amarelo, azul e vermelho. Então, de onde vem o magenta? Pegando qualquer cartucho de tinta para impressoras você vê que as cores primarias que ali aparecem são o azul, o amarelo e uma espécie de rosa forte chamada magenta. Magenta se refere a uma cidade italiana do século 19 que ficou notória por conta de batalhas sangrentas. O termo magenta ficou associado à cor do sangue derramado nas batalhas e também a energia e ação. Daí o nome.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

SALVADOR SANZ





Encontrei este Graphic Novel numa estante do Sesc a achei muito boa a arte deste quadrinista argentino. Pesquisando um pouco foi possível ver que ele andou excursionando também pelo mundo da animação. Em 2005 foi o ganhador do COMICON em San Diego com esse Gorgonas (está em espanhol mas é perfeitamente compreensível).

terça-feira, 24 de maio de 2011

DESABAFO

Olha, esse vídeo provavelmente não tem muito a ver com a proposta deste blog e por isso peço um pouco de tolerância. No entanto, sendo também uma educadora, não posso deixar de postá-lo. Então, fique a vontade para simplesmente ignorá-la.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

CENAS INESQUECÍVEIS DO CINEMA

BOM DIAAA VIETNÃA!!! Pra quem não assistiu a esse filme que tem uma trilha sonora ótima e um roteiro muito bem feito um piteco de uma das melhores cenas.

domingo, 22 de maio de 2011

A ARTE NA MECÂNICA DO MOVIMENTO


Está ocorrendo no Sesi da Av. Paulita, número 1313, a exposição A ARTE NA MECÂNICA DO MOVIMENTO. É uma exposição made in Suiça que mostra a evolução das caixas de música e dos autômatos (bonecos com movimento), com diversas obras trazidas da Suiça, França e Alemanha. Infelizmente eu quebrei a cara, porque não se pode gravar ou fotografar nada no interior da exposição que é totalmente gratuita. E eu achando que ia rechear esta postagem de fotos inéditas. De uma forma ou de outra, encontrei um vídeo que mostra um pouco da exposição. Se tiver tempo, dê uma passada lá e tenha momentos interessantes. Uma dica, procure acompanhar um monitor para poder ver os equipamentos em funcionamento.


sexta-feira, 20 de maio de 2011

ANSEL ADAMS


Ansel Adams hoje em dia é um dos ícones da fotografia moderna e obrigatoriamente, os amantes de fotografia acabam tendo de estudá-lo. Este norte americano (1902-1984) começou a fotografar como a grande maioria dos mortais: em viagens turísticas com a família aos 12 anos. A fotografia então era apenas um hobbie, uma ferramenta para ele registrar a paisagem do parque nacional de Yosemite, local costumeiro das viagens familiares. Seu talento inicial de destaque era a música, já que era um ótimo pianista. Quando entrou para um clube em 1919. Neste clube eram organizadas excurções períodicas para Serra Nevada. As fotos que Ansel bateu nessas viagens acabaram sendo publicadas em um periódico e depois resultando em uma exposição. Acabou tendo mais reconhecimento por suas obras fotográficas do que por seu talento musical, se tornando uma espécie de divulgador ecológico de Serra Nevada e Yosemite. A foto que marca este reconhecimento é "Monolith, a Face of Half Dome".


Mas foi ao conhecer e ser patrocinado por um rico mecenas chamado Albert M. Bender que Ansel Adams pode aos poucos se aprofundando na fotografia que acabou se tornando sua atividade principal. Inicialmente começou a se aprofundar nas técnicas de tratamento da imagem na câmera escura. Ao ajudar a fundar o grupo f/64 inicia-se de vez o processo de pesquisa e aprofundamento das técnicas de processo fotográfico. É claro, nessa época todo o processo era analógico, não tendo ainda ocorrido o advento da fotografia digital. Ansel Adams era um fotógrafo obcecado pela técnica acima de tudo. Quando falava, parecia mais um cientista do que um artista fotográfico. Toda essa preocupação com cada detalhe antes da captura acabou resultando em três livros, já disponíveis no Brasil, chamados A câmera, O negativo e A cópia. São livros caros. Uma dica é que no Sesc de Santo André existem os livros para empréstimo.


Hoje em dia ninguém discute a contribuição de Adams para a fotografia. Mas existem aqueles que acreditem que dentro de toda a sua técnica, aquela sensibilidade artística acabou sendo perdida. Existe sempre algo de artificial, pré-montado ou estilizado em suas imagens em P&B. Mas talvez a forma criativa de Adams fosse realmente esse preciosismo com a técnica, com a simetria, como equilíbrio.
































quinta-feira, 19 de maio de 2011

MOMENTO SURREAL






Hoje eu fui até a Balsa para atender a uma turminha. Estava encostada no ancoradouro esperando pela dita cuja quando essa criatura branca aí pousou do meu lado. Ainda tive tempo de pegar a câmera da mochila, me posicionar e bater a foto. Parecia até que ela estava esperando. Por isso que eu digo pra sempre andar com uma câmera, por menor que seja. Nunca se sabe. Depois que bati, ela voou. Mesmo os moradores dali ficaram admirados do bicho ter chegado tão perto e ter ficado tanto tempo ali. Coisa de gente urbana ou não, compartilho neste dia esse momento surreal.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

THE SMITHS

Bom eu não lembro de muita informação sobre esta banda. Sei que ela era inglesa e que surgiu na década de 80. Eu apenas gostava muito de suas canções e de seus clips, uma novidade na época. O que ficou mais em minha memória é este ASK que eu trago aqui para vocês. Esta banda não foi uma que durou muito, porque, pelo que eu me lembro, eles começaram a brigar entre si.


video

segunda-feira, 16 de maio de 2011

USE FILTRO SOLAR

Eu fui apresentada ao original deste vídeo em um estudo de comerciais que trabalham com valores humanos. Como estamos trabalhando a construção de comerciais similares, estou deixando esta versão traduzida para os leitores preguiçosos. Perceba-se que este é um vídeo "gringo". Então onde se diz "viva em Nova York uma vez na vida" ouça "viva em uma grande cidade uma vez na vida" e onde se diz viva no Hawai ouça "viva na praia". De resto a linguagem videoclipica (sucessão de cenas curtas) e a música de ritmo dançante tem um bom alcance mesmo aqui, em terras tupiniquins.

domingo, 15 de maio de 2011

MOTORMANIA

Esta animação foi feita na década de 50. Provavelmente, ninguem previa algo como o que acontece hoje em dia com trânsito de São Paulo, mesmo nos Estados Unidos. Isso prova bem a genialidade visionária de Walt Disney. O que é feito nesta animação, no entanto, não é nenhuma novidade. Trata-se de uma readaptação do livro "O médico e o monstro". Como eu sempre digo, é a idéia de como aplicar a narrativa que importa na comunicação em massa, e não a originalidade do fato, já que, sendo criaturas sociais com uma história comum, dificilmente qualquer originalidade que tivermos será inédita.


sábado, 14 de maio de 2011

ESTRUTURAS NARRATIVAS: O HERÓI

Bom, como estamos iniciando o curso de televisão pela construção narrativa que origine um roteiro, vamos estudar os elementos necessários para que sua criação vá de encontro à compreensão do espectador e gere uma identificação. O primeiro elemento que iremos ver é o Herói, um dos arquétipos estudados por C. Jung que impregna todas as estruturas narrativas humanas desde os primórdios. Quando se fala em herói, hoje em dia, já se pensa nos heróis que nos são apresentados na infância:



Como se pode ver, na ficção, o brasileiro carece de figuras heróicas. Isso se deve ao predomínio ideário da comunicação em massa estrangeira que acaba manipulando as estruturas narrativas para estabelecer o predomínio de uma ideologia estrangeira. Para o brasileiro, se existe alguma figura fictícia com status de herói ela geralmente é tida como uma figura de segunda linha e relegada à uma categoria de humor ou cine trash.


Além dos heróis fictícios, temos também os heróis reais, pessoas cuja existência é maior do que sua própria vida pois seus feitos inspiram e alimentam as gerações posteriores. Novamente, são poucos os heróis fictícios brasileiros e geralmente eles tem uma função de manutenção do estado, estado ligados geralmente à feitos políticos. Alguns nem se sabe se realmente existiram, como no caso de Tiradentes, o bode expiatório histórico. Tiradentes ilustra bem o dito popular que "Herói é aquele que não teve tempo de correr", pois sendo um alferes em um grupo elitizado, foi o único que não foi expatriado ou teve a pena amenizada por influência de parentes ricos e por isso acabou sendo o único em todo o grupo a pagar o pato. A mídia ainda trabalhou bem a imagem do alferes que geralmente o retrata como um tipo de Jesus Cristo recrucificado (no caso, enforcado). Outros heróis simplesmente caem no esquecimento por questões raciais (o caso de Zumbi, por exemplo). E outras figuras acabam sendo elevadas à categoria de heróis sem nenhum feito extraordinário, geralmente por estar ligado à nossa despódica política, como foi o caso de Tancredo Neves, ou, a história irá dizer, de Lula.


No entanto, a figura de herói vai bem além das mazelas que a comunicação em massa foi construindo ao longo do tempo. Herói é todo aquele que trás dentro de si a potencialidade de ultrapassar barreiras, de partir em uma jornada em busca de si mesmo e ao longo desse, se enriquecer enquanto ser humano a ponto de inspirar aos que estão à sua volta. Herói é aquele cujas memórias ou feitos se perpetuam, mesmo após a sua morte. É aquele que se imortaliza nesse elo incessante de informações que nos une enquanto seres humanos e que estabelece essa sensação de continuidade e passagem do tempo que todos carregamos.


Dentro desta análise, todas as pessoas são heróis. Então, quando você estrutura um personagem principal para a sua saga, o que você precisa pensar é qual o tipo de pessoa que será inspirada pelas ações de seu herói. Na televisão, essas pessoas são o público alvo. E será o fato de acertar neste público alvo que irá gerar o ibope. A estrutura do herói é algo móvel que vai mudando com o tempo, apesar de algumas características se manterem. Pense em seu herói como em alguém na base de uma escada totalmente nú. Ele irá subir essa escada ao longo da história de modo que no topo ele estará totalmente vestido de forma a você conseguir compreender a sua personalidade. Por essa característica de inocência ou falta de experiência, geralmente a figura do herói está ligada ao jovem ou ao adulto jovem. Mas o envelhecimento da população tem criado espaço para as mais diversas idades, desde que se consiga indicar uma pureza ou inexperiência em alguma área que será suprida ao longo da narrativa e se sobressairá no final. Em resumo, o herói é aquele que ultrapassa os limites, quer seja por inexperiência, falta do saber ou impetuosidade e cujos atos se tornam maiores do que sua própria individualidade pois inspiram os que estão em derredor.


Na próxima aula eu vou falar sobre uma outra figura que está muito em voga nas construções narrativas, o anti-herói.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

ÁGUA

O povo andou meio bronqueado porque eu não tenho postado com regularidade. Na verdade eu estava preparando esse vídeo para o concurso Água do animamundi. Infelizmente o vídeo não foi postado corretamente e eu não consegui participar. Mas vou participar do anima web mesmo assim então peço que votem em mim! (rs) Para os que ficaram curiosos estou postando aqui a animação já que ela foi posta no Youtube. Logo que ficar disponível para a votação eu coloco o endereço. E a partir de agora voltamos à nossa programação normal de uma postagem diária.



sexta-feira, 6 de maio de 2011

LOMOGRAFIA

A lomografia é um fenômeno fotográfico produzido por uma câmera analógica de alta sensibilidade, capaz de registrar cor e movimento sem necessidade de flash e sem deformação. O processo consiste na recepção contínua de luz que é feita através do sistema de exposição. Outro efeito, dependendo do modelo e da lente, é o olho de peixe, no qual a fotografia fica com uma moldura circular.
As lentes das máquinas LOMO são de plástico e produzem efeitos artísticos, com efeitos nostágicos, “imitando” sonhos, fazendo com que objetos comuns ganhem encanto, detalhes que em outras situações passariam despercebidos. Caracterizadas por misteriosas vinhetas, sobreposições, vazamentos, borrões e um mágico equilíbrio entre contraste e saturação.